Visão Geral

Relacionamento pautado na Ética e Transparência

As relações da Companhia são fundamentadas na ética, e temos um compromisso com as melhores práticas e princípios de governança corporativa, prezando pela transparência, acessibilidade e equidade de acesso à informação para todos os acionistas.

A JSL possui um Conselho de Administração e uma Diretoria Executiva, e conta com um Conselho Fiscal, instalado a pedido dos acionistas minoritários. Em setembro de 2015 foi constituído o nosso Comitê de Ética e Compliance, que tem como objetivo monitorar a conformidade das nossas operações com leis, políticas internas e padrões éticos, permitindo a melhoria contínua de processos e perenidade da Companhia. Tal Comitê se reportará ao Conselho de Administração.

Desde abril de 2010, fazemos parte do Novo Mercado, mais elevado nível de governança corporativa da BM&FBovespa.

O "Código de Melhores Práticas de Governança Corporativa", editado pelo IBGC objetiva indicar os caminhos para todos os tipos de sociedade visando a: (i) aumentar o valor da sociedade; (ii) melhorar seu desempenho; (iii) facilitar seu acesso ao capital a custos mais baixos; e (iv) contribuir para sua perenidade, sendo que os princípios básicos inerentes a esta prática são a transparência, a equidade, a prestação de contas e a responsabilidade corporativa. Dentre as práticas de governança corporativa recomendadas pelo IBGC em tal código, a Companhia adota:

• Emissão exclusiva de ações ordinárias;
• Política "uma ação igual a um voto";
• Contratação de empresa de auditoria independente para a análise de balanços e demonstrativos financeiros, sendo que esta mesma empresa não é contratada para prestar outros serviços, que comprometam sua independência;
• Estatuto Social claro quanto à (i) forma de convocação da Assembleia Geral; (ii) competências do Conselho de Administração e da Diretoria; (iii) sistema de votação, eleição, destituição e mandato dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria;
• Transparência na divulgação dos relatórios anuais da administração;
• Convocações de assembleia e documentação pertinente disponíveis desde a data da primeira convocação, com detalhamento das matérias da ordem do dia, sempre visando a realização de assembleias em horários e locais que permitam a presença do maior número possível de acionistas;
• Fazer constar votos dissidentes nas atas de assembleias ou reuniões, quando solicitado;
• Vedação ao uso de informações privilegiadas e existência de política de divulgação de informações relevantes;
• Previsão estatutária de arbitragem como forma de solução de eventuais conflitos entre acionistas e Companhia;
• Conselheiros com experiência em questões operacionais e financeiras;
• Previsão estatutária de vedação ao acesso de informações e de direito de voto de conselheiros em situações de conflito de interesse;
• A oferta de compra de ações que resulte em transferência de controle deve ser dirigida a todos os acionistas, que terão a opção de vender as suas ações nas mesmas condições do controlador, incluindo a participação no prêmio de controle, se houver;
• O número de membros do Conselho de Administração varia entre cinco e nove membros.

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